Formação

Ciber-higiene e risco para a gestão

O risco de cibersegurança como matéria de decisão, não como assunto técnico.

  • Gerência, administração e direção
  • 3 horas
  • Remoto ao vivo, turma fechada
  • desde 950 € por sessão, até 10 participantes

Objetivo

Para que serve esta formação

A NIS2 responsabiliza diretamente quem dirige a empresa. O órgão de gestão tem de aprovar as medidas de gestão de riscos, supervisionar a sua aplicação e assegurar formação regular, para si próprio e para os trabalhadores. São obrigações que não se delegam para fora da gestão.

Esta formação existe para que essas decisões passem a ser tomadas com base em informação, e não por instinto. Trata o risco de cibersegurança na linguagem em que a gestão já pensa: o que pode parar a empresa, quanto custa estar parada, o que se decide agora e o que pode esperar.

Não é uma sessão sobre a lei. É uma sessão sobre a sua empresa, com o risco dela em cima da mesa.

O que é tratado

  • Risco de cibersegurança em linguagem de gestão
  • Ciber-higiene: o mínimo que evita a maior parte dos incidentes
  • O que a gestão tem mesmo de aprovar e supervisionar
  • Quando corre mal: quem decide, quem comunica e em que prazos

O que fica no fim

  • Uma leitura clara do risco real da empresa e das lacunas por decidir
  • Critério para distinguir o que é urgente do que pode esperar
  • Registo de participação, que serve de evidência do controlo de formação

Perguntas frequentes

Sobre esta formação

A gestão precisa mesmo de formação em cibersegurança?

Sim, e não é uma recomendação. O Decreto-Lei n.º 125/2025 determina que o órgão de gestão assegura formação regular em cibersegurança para si próprio e para os trabalhadores. É uma obrigação da gestão, a par de aprovar as medidas de gestão de riscos e de supervisionar a sua aplicação.

Precisamos de saber alguma coisa de informática?

Não. A sessão é desenhada para quem decide, não para quem configura sistemas. Não há terminologia técnica sem tradução, e a matéria é tratada em termos de impacto no negócio, custo e decisão.

Três horas chegam?

Chegam para o que esta formação se propõe, que é dar à gestão critério de decisão e uma leitura do risco da própria empresa. Não chegam para formar quem vai implementar os controlos, e é para isso que existe a formação técnica.

A formação substitui o diagnóstico de conformidade?

Não. A formação prepara a gestão para decidir; o diagnóstico levanta a situação da empresa controlo a controlo. Fazem sentido em conjunto, e a sessão ganha bastante quando já existe um diagnóstico para discutir.

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