Formação
Ciber-higiene e risco para a gestão
O risco de cibersegurança como matéria de decisão, não como assunto técnico.
Objetivo
Para que serve esta formação
A NIS2 responsabiliza diretamente quem dirige a empresa. O órgão de gestão tem de aprovar as medidas de gestão de riscos, supervisionar a sua aplicação e assegurar formação regular, para si próprio e para os trabalhadores. São obrigações que não se delegam para fora da gestão.
Esta formação existe para que essas decisões passem a ser tomadas com base em informação, e não por instinto. Trata o risco de cibersegurança na linguagem em que a gestão já pensa: o que pode parar a empresa, quanto custa estar parada, o que se decide agora e o que pode esperar.
Não é uma sessão sobre a lei. É uma sessão sobre a sua empresa, com o risco dela em cima da mesa.
O que é tratado
- Risco de cibersegurança em linguagem de gestão
- Ciber-higiene: o mínimo que evita a maior parte dos incidentes
- O que a gestão tem mesmo de aprovar e supervisionar
- Quando corre mal: quem decide, quem comunica e em que prazos
O que fica no fim
- Uma leitura clara do risco real da empresa e das lacunas por decidir
- Critério para distinguir o que é urgente do que pode esperar
- Registo de participação, que serve de evidência do controlo de formação
Perguntas frequentes
Sobre esta formação
A gestão precisa mesmo de formação em cibersegurança?
Sim, e não é uma recomendação. O Decreto-Lei n.º 125/2025 determina que o órgão de gestão assegura formação regular em cibersegurança para si próprio e para os trabalhadores. É uma obrigação da gestão, a par de aprovar as medidas de gestão de riscos e de supervisionar a sua aplicação.
Precisamos de saber alguma coisa de informática?
Não. A sessão é desenhada para quem decide, não para quem configura sistemas. Não há terminologia técnica sem tradução, e a matéria é tratada em termos de impacto no negócio, custo e decisão.
Três horas chegam?
Chegam para o que esta formação se propõe, que é dar à gestão critério de decisão e uma leitura do risco da própria empresa. Não chegam para formar quem vai implementar os controlos, e é para isso que existe a formação técnica.
A formação substitui o diagnóstico de conformidade?
Não. A formação prepara a gestão para decidir; o diagnóstico levanta a situação da empresa controlo a controlo. Fazem sentido em conjunto, e a sessão ganha bastante quando já existe um diagnóstico para discutir.
As outras formações
Para os outros níveis da empresa
Quer esta formação para a sua equipa?
Indique quantas pessoas são e recebe um orçamento fechado por escrito, sem compromisso.